05/12/2012

Uma noiva herdada


Capítulo Cinco p.3 e Capítulo Cinco p.4


 Dio. — Ele gemeu, com a boca gentilmente encostada na dela. — Aqui não. — Levantando a ca­beça, ele a tomou nos braços.

Lua envolveu o pescoço dele com o braço e se agarrou. Ela contornou o firme traço do queixo dele, a ligeira saliência no meio, e sorriu lentamente. Ela olhou para ele com os olhos castanhos cheios de antecipação sensual que não conseguia esconder. Pela primeira vez na vida estava preparada para arriscar e deixar as emoções no comando. Poderia se arre­pender no dia seguinte, mas não se importava mais. Os sentimentos que Arthur fez desabrochar eram tão intensos que a consumiam, deixando tudo o mais em segundo plano. Tudo o que queria, tudo de que preci­sava naquele momento estava prometido no brilho incandescente dos olhos negros dele.

— Tem certeza? — Arthur gemeu alguns minutos depois.

Ela percebeu vagamente que estavam em seu anti­go quarto antes de as mãos dele apertarem seus om­bros e a movimentarem para a distância de um braço novamente. Os olhos negros dele vagueavam em seu corpo torneado, demorando-se na saliência de seus seios sob o tecido justo do vestido.
— Porque, amore, quando começarmos, não pro­meto que vá conseguir parar. Não sou nenhum santo.
Ela não queria um santo; queria que aquele ho­mem pecaminosamente sensual a levasse para a cama e a levasse já. A força de seus sentimentos era tão intensa que anulavam sua moralidade normal, sua na­tureza tímida, deixando em seu lugar uma curiosida­de ávida de explorar até o último grau do que Arthur oferecia.

— Nunca estive tão certa de algo na vida — sus­surrou Lua e ela encostou as mãos no peito dele, seus dedos encontrando os botões da camisa dele, co­meçando lentamente a desabotoá-los, expondo seu dorso nu para ela.

— Oh, Deus — ela exclamou, fascinada pelo peito musculoso e bronzeado de Arthur. Seus dedos os músculos definidos do corpo dele, acidentalmente pegando um mamilo enrijecido. Ela sentiu o grande corpo dele arrepiar e hesitou por um momento, olhando para seus olhos fulminantes. Sua pele clara incendiou diante da intensidade do olhar controlador dele.

— Não pare agora, Lua — Arthur gemeu. Ele era dominador por natureza e preferia ser o dominador na cama, mas nunca sentira nada tão erótico quanto os dedos delicados de Lua acariciando sua carne com uma delicada curiosidade que fazia com que cada centímetro de seu corpo poderoso estremecesse com a força bruta de sua tensão.
Lua alisou o peito liso e deliberadamente tra­çou o contorno dos mamilos rígidos com uma suave fascinação, antes de deixar suas mãos deslizarem para cima sob a seda da camisa para reti­rá-la lentamente de seus ombros largos. Seu corpo inteiro tremia de excitação e prazer diante da própria ousadia.

 Dio mio! — ele gemeu em italiano e, movendo-se tão abruptamente que a impressionou, ele a puxou para seus braços e fechou a boca em uma paixão ar­dente e possessiva sobre a dela. Ele tomou a iniciati­va dela quando invadiu o interior molhado de sua boca, sua língua uma imitação da mais perfeita penetração íntima possível.

Ela se agarrou a ele; seu corpo esguio vibrava como um instrumento de corda ao toque do músico, todos os sentidos saltando em resposta automática e calorosa ao desencadeamento da força total do desejo dele por ela. Não se tratava de uma suave sedução, mas de uma intensa introdução ao movimento se­guinte.

— Você é tão linda — sussurrava Arthur, quando permitiu que ela respirasse novamente. — Deixe-me olhar para você — e em um momento o vestido dela e seu sutiã estavam no chão, assim como a calça dele.

Lua estava diante dele vestindo apenas uma cal­cinha branca. Um certo pudor fez com que ela cruzas­se os braços sobre os seios. Mas ele pegou sua boca novamente, mordendo gentilmente seu lábio inferior antes de beijá-la com uma paixão profunda e ávida que a afogaram em um mar de sensações que nunca sonhara que existisse.
Creditos: Ronnie

Capítulo Cinco p.4

Lua estava diante dele vestindo apenas uma cal­cinha branca. Um certo pudor fez com que ela cruzas­se os braços sobre os seios. Mas ele pegou sua boca novamente, mordendo gentilmente seu lábio inferior antes de beijá-la com uma paixão profunda e ávida que a afogaram em um mar de sensações que nunca sonhara que existisse.
— Você não pode ter vergonha diante de mim — gemeu Arthur e, levantando a cabeça, pegou os pulsos dela e abriu seus braços, desnudando seus seios. Os montes cor de creme ficaram protuberantes em desavergonhada resposta à apreciação ardente dele.

— Dizer que são perfeitos não seria justo com você. — Ele procurou seus ombros estreitos, traçou a cavidade de sua clavícula e desceu as mãos para apalpar seus sensíveis seios com as mãos firmes. Ela sen­tiu uma onda cor-de-rosa subir do dedo do pé ao topo da cabeça em um rubor total de seu corpo.

— Maravilhoso — Arthur murmurou. — Você ain­da fica corada.

Ainda ficava corada. Um vestígio de sanidade re­gistrou as palavras, mas Lua relutou em achar a co­notação, muito perdida na admiração de Arthur. Os polegares dele roçavam os bicos rosados de seus seios, brincando com as pontas sensíveis, e ela ge­meu em voz alta.

Ele curvou a cabeça e a beijou novamente, antes de pegá-la no colo para levá-la para a cama. Ela o observava sem vergonha enquanto ele tirava a última peça de roupa e seu rubor passou de rosa a escarlate. Ele era forte, alto e estava nu e por um segundo uma breve vacilação de medo virginal fez com que arrega­lasse os olhos diante da magnífica excitação masculina.
Mas ele se curvou sobre ela e a beijou novamente e ela esqueceu o medo, só pensando no homem que fazia sombra sobre ela. A mão dele tocou sua cintura curvilínea, seus longos dedos passearam sobre o topo de seu ventre, acalmando as contrações involuntárias de seu abdome e das coxas arrepiadas enquanto re­movia a roupa que restava antes de se juntar a ela na cama.

Ele se apoiou em um dos cotovelos e olhou para ela de forma longa e observadora, e murmurou:

— Definitivamente vermelha, Lua. — Ela não sabia se ele se referia ao seu rubor ou a algo mais íntimo, mas também não se importava.

Ele inclinou a cabeça, lambendo o contorno dos lábios dela com a ponta da língua e justo quando ela pensou que ele a beijaria novamente, sua cabeça des­ceu e sua língua passeou pelo vale entre seus seios. Ela o alcançou, com as pequenas mãos curvadas so­bre seus ombros largos e mergulhadas na carne macia dele, enquanto a língua dele subiu em um seio firme e lambeu um bico rígido e rosado. Ela deixou escapar um gemido suave que se transformou em grito diante da deliciosa tortura de tê-lo sugando seu mamilo. Ela curvou as costas e suas mãos correram para os cabe­los dele, abraçando-o a ela, desejando que a tormenta erótica continuasse.

Seu sangue corria quente e espesso por suas veias e, agitada, ela se moveu sob ele, ansiando para que propiciasse o mesmo prazer ardente ao outro seio e gemeu longamente de prazer quando ele o fez.
Creditos: Ronnie

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8 comentários:

  1. POSTA MAIS HJ PFFFFFF ,AMO A WEB AMO O BLOG TEM AS MELHORES WEBS QUE EU JA LI

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  2. posta ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ amei a web

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  3. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++, surtando com a web!

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