Cap 4
Mark: Oi Lua.
Arthur estava tentando entender quem esse tal de Mark era para
Lua.
Lua: Você esta fazendo que aqui?
Mark: vim ver o que aconteceu, na próxima, vê se não da um chilique como esse ok? Eu tenho mais o que fazer. - Arthur se sentiu indignado.
Arthur: Ela não deu um “chilique”, ela passou mal e desmaiou, você deveria era perguntar se ela esta bem e não brigar com ela. - Lua agarrou o braço de Arthur, para que ele parasse de falar.
Mark: e você cale a boca moleque, não falei com você e nem quero – se virou para Lua - estou te esperando no carro.
Mark: vim ver o que aconteceu, na próxima, vê se não da um chilique como esse ok? Eu tenho mais o que fazer. - Arthur se sentiu indignado.
Arthur: Ela não deu um “chilique”, ela passou mal e desmaiou, você deveria era perguntar se ela esta bem e não brigar com ela. - Lua agarrou o braço de Arthur, para que ele parasse de falar.
Mark: e você cale a boca moleque, não falei com você e nem quero – se virou para Lua - estou te esperando no carro.
Mark saiu.
Arthur: Tudo bem Lua? - Ele sorria, carinhoso, acariciava os
cabelos dela, Lua se sentiu muito bem com a afeição demonstrada por ele, que
até esqueceu de Mark.
Lua: sim. - Ela estava corada, ele se sentiu nos céu, ele a fazia corar, ela gostava dele, ele sabia, ele tinha quase certeza.
Lua: sim. - Ela estava corada, ele se sentiu nos céu, ele a fazia corar, ela gostava dele, ele sabia, ele tinha quase certeza.
Lua começou a se levantar, Arthur a ajudou, ele decidiu que
não era o melhor momento, para pergunta sobe Mark, ou os machucados pelo corpo,
a levou até o carro, recebendo em troca um olhar furioso de Mark. A viagem de
carro foi silenciosa, Lua não se atreveu a dizer uma sozinha palavra, entraram
em casa, Mark não fez nada, só mandou que ela fosse tomar banho, Lua estranhou
a reação, já havia até se preparado para ser atirada contra a parede, mas isso
não aconteceu, subiu as escadas, apreensiva, andou até o banheiro esperando um
tapa, ou um soco, mas nada aconteceu, entrou no banheiro, e enquanto tirava a
roupa, procurava entender, porque ele estava tendo tanta tolerância?
Tolerância, repetiu a palavra mentalmente, não combinava com Mark, tomou o
banho nervosa, esperando ele entra furioso no banheiro a qualquer momento, e
nada aconteceu, trocou de roupa aliviada, ele deveria estar preocupado,
descartou a hipótese mentalmente, não ela sabia que ele não estava, desceu as
escadas já vestida, Mark estava sentado em uma cadeira, fitou-a.
Mark: Venha até aqui Lua.
Lua andou lentamente até ele, parando na sua frente, ele levantou
uma das mãos e Lua fechou os olhos, esperando um tapa, mas ele somente
acariciou seu rosto.
Mark: Quem é ele Lua? - Ela percebeu, então, o que ele
queria, sentiu-se enjoada, deu dois passos para trás, e a mão de Mark caiu. Ela
não respondeu.
Mark: perguntei quem é ele. - A voz dele agora já mostrava certo tom de irritação.
Lua: Arthur, meu colega de classe.
Mark: e o que ele fazia com você naquela enfermaria?
Lua: não sei, eu desmaiei e não me lembro como fui parar lá, a professora deve tê-lo mandado me levar até lá.
Lua: Arthur, meu colega de classe.
Mark: e o que ele fazia com você naquela enfermaria?
Lua: não sei, eu desmaiei e não me lembro como fui parar lá, a professora deve tê-lo mandado me levar até lá.
Pareceu que Mark havia aceitado a explicação, ele se levantou e
deu dois passos, parando exatamente na frente de Lu, ele sorriu, ela engoliu
seco quando sentiu as mãos dele em sua cintura.
Mark: nunca me traia Lua, você sabe que eu a amo, não traia esse
amor.
Lua fitou-o, e viu ele se aproximar mais, ela tentou raciocinar,
mas nem ao menos teve tempo de tentar se esquivar, quando se deu conta, ele já
estava com seus lábios colados aos dela, que sentiu nojo, empurrou ele, mas ele
nem se mexeu.Ele desfrutava o beijo que ela não correspondia, ele sentia os
tapas e os empurrões que ela lhe dava, tentando se esquivar, tentando fugir,
ele não a deixaria fugir, ele pensou, nunca. Ela sentiu quando ele tocou seu
quadril e percebeu que, se dependesse dele, aquilo iria muito alem do beijo, mesmo
que contra a vontade dela, horrorizada, ela começou a se debater mais,
aumentando as intensidade dos tapas e empurrões, quando viu que isso não estava
fazendo efeito algum, o chutou, ele se contorceu e finalmente a soltou, ela
aproveitou o momento e correu, mas só chegou até a escada, ele a puxou pelo
cabelos.
Mark: você esta me rejeitando? Negando-me o que deveria ser meu por direito? Eu pago tudo para você, eu te dou o que você tem de mais precioso, estudos, e agora você esta me negando?
Mark: você esta me rejeitando? Negando-me o que deveria ser meu por direito? Eu pago tudo para você, eu te dou o que você tem de mais precioso, estudos, e agora você esta me negando?
Lua nem pode responder, ele atirou-a contra a parede, e cobriu-a
com murros e socos, nessa tarde, Lua apanhou mais do que apanhara em
anos. Arthur passou a tarde nervoso, Lua não manda um e-mail,
nem entrava no MSN como Luna, sentiu-se preocupado, tanto que não conseguiu se
concentrar em nada do que tentou fazer, pensou em ligar, mas ele não tinha o
telefone de Lua e ela não sabia que ele sabia sua identidade, meu Deus, ele
queria falar com ela, precisava desesperadamente dela, mas a noite caiu e nada
aconteceu, ele passou a noite em claro, preocupado.
Lua passou a pior noite de sua vida, dolorida, de manhã, pensou seriamente em não comparecer a escola, mas ela tinha que ir, ela tinha que estudar bastante, para realizar seu sonho, ser medica, medicina sempre a fascinou, mas ela sabia que para ser medica, teria que se dedicar bastante, então fez um grande esforço e se vestiu com o uniforme da escola, colocou um casaco, diferente do de ontem, um bem folgado e longo, que ia até a metade de suas coxas, escondendo muita coisa, e como estava chovendo, ela sabia que muitas meninas estariam com roupas parecidas com as dela. Arthur se aproximou de Lua, que estava sentada lendo novamente aquele livro, “A cidade do sol”, sentou-se ao lado dela.
Arthur: você gostou desse livro não foi? - Ela assentiu com a cabeça, sem nem olhá-lo.
Arthur: você esta melhor? - Novamente ela assentiu.
Arthur: Quem é Mark?
Lua passou a pior noite de sua vida, dolorida, de manhã, pensou seriamente em não comparecer a escola, mas ela tinha que ir, ela tinha que estudar bastante, para realizar seu sonho, ser medica, medicina sempre a fascinou, mas ela sabia que para ser medica, teria que se dedicar bastante, então fez um grande esforço e se vestiu com o uniforme da escola, colocou um casaco, diferente do de ontem, um bem folgado e longo, que ia até a metade de suas coxas, escondendo muita coisa, e como estava chovendo, ela sabia que muitas meninas estariam com roupas parecidas com as dela. Arthur se aproximou de Lua, que estava sentada lendo novamente aquele livro, “A cidade do sol”, sentou-se ao lado dela.
Arthur: você gostou desse livro não foi? - Ela assentiu com a cabeça, sem nem olhá-lo.
Arthur: você esta melhor? - Novamente ela assentiu.
Arthur: Quem é Mark?

to amandoooooooo posta maisssssssssssss
ResponderExcluirque triste :(
ResponderExcluirespero que a lua conte ao Arthur o quanto sofre...
ResponderExcluir++++
Porquê você não faz um TUMBLR, coloca theme, arruma ele bem arrumado. E ai coloca web neles? Acho que você e a Luamara ia se dar bem. rsrs amei
ResponderExcluirIncrível como todo mundo conhece a Luamara kkkkkk
Excluirqr 2 capitulos em cada web por dia, por favor?
ResponderExcluir++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluirfaz esse Mark arder no inferno
ResponderExcluirespero que o Arthur descobra logo o que o Mark faz com a Lua e a ajude e proteja do padrasto
ResponderExcluirass:Sophia
posta mais pf
ResponderExcluirby:Carla