Cap 7
Arthur: então você pode fazer isso tio?
O tio dele, Rodrigo, era detetive, Arthur nunca tinha ligado para a profissão dele, mas hoje estava precisando de ajuda.
Rodrigo: poder, eu posso, mas eu preciso do sobrenome dele.
Arthur: mas eu não tenho isso.
Rodrigo: mas sem o sobrenome não tem como eu localizá-lo.
Arthur: eu tenho o nome da mulher dele, que já morreu, e da filha dela...isso ajuda?
Rodrigo: muito, diga os nomes.
Arthur: a mulher chamava-se, Maria Claudia Blanco e a filha é Lua Maria Blanco.
Rodrigo: vou procurar Arthur. - Eles se abraçam.
Arthur: obrigado tio, você não imagina como é importante para mim.
Rodrigo: não agradeça.
Lua olhava para as muitas fotos dela e de sua mãe espalhadas pela
sala, andou um pouco, viu varias fotos de quando tinham se mudado para aquela
rua, e de repente o passado voltou para a memória de Lua como uma facada, o
modo como Mark tratava a mãe antes do casamento e depois, a diferença, de como
ela gostara de Mark a primeira vista, até que ouviu o carro e saiu do quarto,
esquecendo a luz acesa, fechou a porta e desceu correndo. Ele entrou, jogou as
coisas em cima de Lua, como sempre, e subiu, quando ele ia entrar no quarto,
ele viu a luz acesa da sala que ele tinha proibido Lua de entrar, pensou que
ele poderia ter esquecido de desligar, e ela não abriu para desligar, resolveu
tirar a duvida, entrou na sala e o doce perfume de Lua entrou por suas narinas,
denunciando a invasão. Ele desceu as escadas, furioso, encontrou-a na cozinha,
cortando algumas verduras, sentiu vontade de pegar aquela faca que ela usava e
acabar com ela, mas não o fez.
Mark: LUA. - Ela se virou tão assustada que a faca deslizou por entre seus dedos, caindo no chão.
Lua: o que foi?
Mark: VOCÊ, SUA RIDICULA, ENTROU NAQUELA PORRA DE SALA QUE EU DISSE PARA VOCÊ NÃO ENTRAR.
Ele foi para cima dela com tamanha fúria que Lua pensou que ele fosse matá-la, antes tivesse matado, a surra foi tão grande, que quando ele acabou, Lua mal conseguia se mexer de tanta dor. Arthur sorriu quando Lua entrou pelos portões da escola, era muito bom vê-la, ainda que ela estivesse de casaco novamente, ele se aproximou.
Arthur: Oi Lua.
Lua: oi.
Arthur: por que esse casaco?
Lua: por que sinto frio. - Ela que estava fria, ele pensou. Ele tocou-a nos ombros, ela se afastou, gemendo de dor.
Arthur: tudo bem?
Lua: sim, só dormir de mal jeito. - Lua abaixou a cabeça novamente.
Arthur: Lua? - Lua levantou o rosto.
Lua: o que... - Foi interrompida por um suave beijo nos lábios, dado por Arthur.
Arthur: melhor.
Ela lutou contra a vontade de sorrir, mas acabou fazendo-o, era incrível como ele conseguiu fazê-la sorrir após a noite difícil que tivera. Arthur viu o sorriu dela, e sorriu também, maravilhado. Ele acariciou seus braços, carinhoso, mas ela se afastou novamente.
Arthur: o que você tem afinal de contas? Nem uma noite ruim faz você ficar dolorida desse jeito. - Ela não respondeu, só saiu andando.
Rodrigo sorriu para o amigo a sua frente, Matheus Petersen, um
amigo de infância que trabalhava no cartório da cidade, podia ser útil para
descobrir sobre Maria Claudia Blanco.
Rodrigo: sei que é difícil, mas sei que você tem registro de todo mundo que nasce aqui. - Ele apontou para uma porta, onde tinha uma placa onde se lia “arquivo geral”.
Rodrigo: vamos Matheus, isso é importante, é um caso para o meu sobrinho.
Matheus: não sei não digo, isso pode custar meu emprego.
Rodrigo: ninguém vai descobrir, a menos que você conte.
Matheus: esta bem, me convenceu, em que ano ela nasceu.
Rodrigo: isso eu não sei, só sei o nome completo dela.
Matheus: e qual seria?
Rodrigo: Maria Claudia Blanco.
Matheus: você vai ter que procurar no arquivo da letra “M”, você imagina quantas pessoas tem? Isso pode demorar meses.
Rodrigo: eu dou meu jeito.
Matheus: ok.
Rodrigo: sei que é difícil, mas sei que você tem registro de todo mundo que nasce aqui. - Ele apontou para uma porta, onde tinha uma placa onde se lia “arquivo geral”.
Rodrigo: vamos Matheus, isso é importante, é um caso para o meu sobrinho.
Matheus: não sei não digo, isso pode custar meu emprego.
Rodrigo: ninguém vai descobrir, a menos que você conte.
Matheus: esta bem, me convenceu, em que ano ela nasceu.
Rodrigo: isso eu não sei, só sei o nome completo dela.
Matheus: e qual seria?
Rodrigo: Maria Claudia Blanco.
Matheus: você vai ter que procurar no arquivo da letra “M”, você imagina quantas pessoas tem? Isso pode demorar meses.
Rodrigo: eu dou meu jeito.
Matheus: ok.
Matheus encaminhou Rodrigo pela sala, e colocou-o diante de um arquivo enorme da letra “M”. A aula passou tão rápido, que poderia se dizer que ela voou, Lua ainda sofria com as dores causadas pela surra que Mark lhe dera na noite passada, Arthur ficou com ela por algum tempo no intervalo, eles ficaram calados, só aproveitando a companhia um do outro, agora estavam na ultima aula, e ele a olhava constantemente, o sinal bateu, os alunos começaram a sair, Arthur foi até Lua.
Arthur: você esta melhor?
Lua: um pouco.
Arthur: tem certeza?
Lua: sim.
Ela sorriu.
Arthur: então quer que eu leve seus livros?
Lua: não.
Arthur: mas você esta dolorida, vai carregar a mochila pesada e os livros na mão? Nem pensar.
Antes que ela pudesse protestar de novo, ele pegou a mochila e os livros dela e saiu andando, ela foi atrás, pedindo que ele lhe devolvesse, mas desistiu quando viu que eu ele não ia desistir, ele a levou até lá fora, Mark que estava no carro, o viu carregando os livros de Lua, ele disse algo a ela, que sorriu sem notar a presença do carro, Mark sentiu ciúme e inveja, ele parou na frente dela, sorrindo também, ela já estava seria novamente, mas em seus olhos havia um brilho que ele nunca tinha visto, o menino aproximou o rosto do dela, os lábios dele tocaram os de Lua, e Mark pensou que fosse explodir de ódio, só então ela pareceu notar o carro, se despediu dele com um breve aceno de cabeça, pegou suas coisas das mãos deles e foi até o carro, entrou, sentou e Mark pode vê-la corada.
Rodrigo quase gritou de alegria quando pegou a certidão de
casamento de Maria Claudia Blanco e Mark Sunsex, ele leu tudo, estava radiante
quando Matheus voltou para ver como ele estava indo.
Matheus: já achou?
Rodrigo: sim
Matheus: como você conseguiu tão rápido?
Rodrigo: pratica.
Rodrigo: sim
Matheus: como você conseguiu tão rápido?
Rodrigo: pratica.
Ambos riram, se despediram e Rodrigo foi para casa, já sabia mais ou menos o que tinha que fazer, já tinha um nome, agora tudo estava mais fácil.
Foram para casa, sem falar nada, entraram em casa e então Mark decidiu falar.
Mark: o que ele tem Lua? Por que ele e não eu? - Ela se virou para ele, visivelmente confusa.
Mark: eu vi Lua – ele começou a se alterar - vi você e ele saindo da escola – ela entendeu a que ele se referia, ele aumentou a voz- QUEM VOCÊ PENSA QUE EU SOU LUA? PENSA QUE PODE SAIR POR AI ME TRAINDO ASSIM? EM PLENA LUZ DO DIA? PENSA QUE SOU ÓTARIO?
Lua olhou para ele, irritada pelas acusações e então fez algo que
ela nunca tinha feito antes, respondeu.
Lua: EU NÃO TRAIR VOCÊ – ele fitou-a assustado pela reação - E SABE POR QUE? POR QUE SÓ SE TRAI UMA PESSOA QUANDO SE TEM ALGO OU SE SENTI ALGO POR ELA, E EU NÃO SINTO NADA POR VOCÊ, E NÃO TENHO NADA COM VOCÊ, NEM NUNCA VOU TER!!!!!!!
Mark: CALA BOCA SUA MAL AGRADECIDA, EU LHE DOU TUDO E É ASSIM QUE VOCÊ ME AGRADECE? SAINDO COM OUTRO?
O tapa atingiu Lua no rosto, e foi seguido por outros tapas,
murros, até que os joelhos dela fraquejaram e ela caiu no chão, então vieram os
pontapés, seguidos por xingamentos, e lagrimas por parte dela, depois da surra,
ele levantou, pediu desculpas e subiu as escadas.
Rodrigo: qual são suas suspeitas Arthur?
Arthur: não sei, acho que Lua sofre alguma coisa na mão dele.
Rodrigo: por que pensa isso? - Arthur explicou tudo o que sabia.
Rodrigo: entendo, faz total sentindo.
Arthur: eu sei.
Arthur: não sei, acho que Lua sofre alguma coisa na mão dele.
Rodrigo: por que pensa isso? - Arthur explicou tudo o que sabia.
Rodrigo: entendo, faz total sentindo.
Arthur: eu sei.
Ele parecia infeliz, concluiu Rodrigo ao outro lado da linha do
telefone, conhecia muito bem o sobrinho para acreditar que só gostava dessa
menina como amigo.
Rodrigo: o que ela é para você?
Arthur: o que? - Tinha sido pego de surpresa pela pergunta.
Rodrigo: essa Lua, o que você sente por ela.
Arthur: eu amo ela. - Rodrigo sorriu, embora Arthur não pudesse vê-lo sabia que ele tinha sorrido.
Rodrigo: vou ajudar sua namorada.
Arthur: ela não é minha namorada..pelo menos não ainda. - Rodrigo riu com vontade do outro lado da linha, se despediram e desligaram.
Lua limpou com cuidado todos os ferimentos que alcançou, fechando
os olhos cada vez que ardia, estava sentada em uma cadeira em frente a um
grande espelho que tinha no seu quarto, e enquanto terminava essa terrível
missão, pensava em somente uma pessoa, Arthur, o que era normal, ele costumava
entrar e sair da sua mente varias vezes ao dia, hoje no entanto, ela decidiu
que ele teria que sair da sua mente para sempre ou ela teria sérios problemas.
[...]
Arthur sentou-se ao lado de Lua no banco e pode perceber que o seu olhar estava vago e perdido em algum lugar que ele jamais saberia, observou os cabelos longos, hoje presos em um rabo-de-cavalo, os olhos castanhos, lindos, os lábios avermelhados, e sentiu vontade de beijá-los, ela finalmente pareceu o notar, levantou o rosto, fitando-o com um ar confuso.
Lua: o que tanto olha?
Arthur: você.
Lua: por que?
Arthur: gosto de olhar você. - Lua, mesmo contra a vontade, sorriu.
Lua: não posso dizer que você tem bom gosto. - Disse em tom de brincadeira.
Arthur: mau gosto eu teria se não te achasse linda, como você é.
Arthur sentou-se ao lado de Lua no banco e pode perceber que o seu olhar estava vago e perdido em algum lugar que ele jamais saberia, observou os cabelos longos, hoje presos em um rabo-de-cavalo, os olhos castanhos, lindos, os lábios avermelhados, e sentiu vontade de beijá-los, ela finalmente pareceu o notar, levantou o rosto, fitando-o com um ar confuso.
Lua: o que tanto olha?
Arthur: você.
Lua: por que?
Arthur: gosto de olhar você. - Lua, mesmo contra a vontade, sorriu.
Lua: não posso dizer que você tem bom gosto. - Disse em tom de brincadeira.
Arthur: mau gosto eu teria se não te achasse linda, como você é.
Lua sorriu mais uma vez, e, achando que isto já havia ido longe de
mais, levantou e saiu, sem dizer uma sozinha palavra de despedida para Arthur.

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ResponderExcluirameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei
ResponderExcluirmaaaaaaaaaaais pf
ResponderExcluirass:Sophia
super viciada na web
ResponderExcluirDuda
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ResponderExcluirFaz ela contar tudo pro Arthur, ou o tio dele descobrir e fazer esse Mark ir pra cadeia.
ResponderExcluirTo viciadona nessa web
é massa
posta +++++++++++++++++
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ResponderExcluirposta mais
ResponderExcluirMAIS BABY.
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