Capítulo
Três Parte 3
(OBS: Como eu tinha dito essa web e um Drama. )
Um médico apareceu, disse a Lua que iria levá-la para o marido. Ela o
seguiu até um quarto, Thur estava lá. Seu rosto estava inchado e cheio de
arranhões. Estava deitado e parecia que seu braço estava quebrado. Mas estava
bem. Estava vivo. Lua suspirou de alívio.
- Onde está Stella? – Perguntou, notando o que faltava – Onde está minha
filha? – Questionava ao médico.
Viu a mudança de humor do médico. Virou-se para o marido, viu que ele
nada falava.
- Onde está minha filha? – Repetiu – Eu quero vê-la, agora.
- Acalme-se, Sra. Aguiar. – Ele pedia – Sua filha está em cirurgia. Se
quiser, podemos levá-la para lá.
Em cirurgia? Como assim em cirurgia? Stella, aquela pequena imitação de
gente, precisou passar por uma cirurgia? Mas ela só tinha três anos! O acidente
não podia ter sido tão grave... Não podia. Olhou para Thur, como se pedisse
ajuda.
- Eu sinto muito. – Ele murmurou – Eu não vi... Não sabia... – Ele dizia
coisas sem sentido.
- Acompanhe-me. – O médico a avisou e ela o seguiu.
Passava o corredor com pressa. Lágrimas rolavam pelo rosto de Lua, ela
não conseguia imaginar sua filhinha em cirurgia, sofrendo. Não podia. E onde
estava ela quando isso aconteceu? O hospital era triste, cheirava a morte e
solidão. Onde estavam as pessoas? Entrou na área da emergência. Seguiram até
uma das salas de cirurgia. O médico deixou que ela entrasse, mas alertou que ela
não deveria ficar muito próxima. Stella estava na cama, no centro de todas
aquelas pessoas enjalecadas. O sangue – e como tinha sangue ali! – contrastava
com a brancura de sua pele.
Os médicos falavam coisas que ela não entendia. Bisturi, desfibrilador,
anestesia, taxa de oxigênio, batimentos cardíacos. Estamos a perdendo. Mais uma
vez. Hemorragia interna, traumatismo craniano. Perdeu muito sangue. Sete
minutos. Não há mais nada que se possa fazer. É só um bebê. Sinto muito. Não.
Continuem tentando, continuem.
Não. Não. Não. Não!
Os médicos tiraram as luvas, limparam o corpo de Stella. Olharam para
Lua com pena. A linha que marcava os batimentos cardíacos estava reta, alguém
desligou o monitor. Um médico lhe explicava o que tinha acontecido. Não puderam
evitar, ela perdera muito sangue, batera a cabeça. O cérebro tinha ficado muito
tempo sem oxigênio.
Lágrimas rolavam pelo rosto de Lua. Ignorou os médicos, andou até seu
bebê. Segurou a mão dela. Sem pulso, sem vida. Não, isso estava errado. Como
isso acontecera?
Sua filha. Sua pequena estrela estava ali, morta. E ela estava viva.
Isso não era certo, não era natural. Sentiu Thur a abraçar pelas costas –
quando ele chegara aqui? – ele também chorava, notou. Não se importava, se
afastou dele. Só queria ficar com sua filha agora.
Chorava alto, percebia. Nunca tinha chorado tanto assim. As lágrimas
molhavam o rosto de Stella, talvez levassem a vida de volta ao rosto da
criança. Não sairia dali, ficaria com sua filha, não iria abandoná-la
novamente, nunca mais.
Volte, Stella, por favor. Não podem fazer isso.
- Lu... – Thur murmurava, ela não respondia.
Era culpa dele. O acidente, tudo. Não importava o que tinha acontecido,
era culpa dele. Seu bebê não estava mais ali, então nada mais fazia sentido.
Os médicos tiveram que a tirar dali. Sedaram-na, ela não viu mais nada.
Não queria sair dali, queria ficar com a filha.
Stella, Stella... Onde está você agora?
Juntou-se às outras estrelas do céu, a onde pertencia desde o início?
Por quê? Por que nos abandonou tão cedo?
Irei a seu encontro, Lu pensava, os olhos fechando, lutando contra os
médicos. Logo iremos nos encontrar, meu bebê, você não vai ficar sozinha por
muito tempo, não precisa se preocupar.
Sem dor, sem sofrimento, deitada na cama, sedada, nada acontece. Nada
existe. O mundo acabou.
Apenas uma morta-viva. Onde está Stella? Sonhara com ela aquela noite...
Que sonho estranho! Por um momento pensara que a filha não estava mais lá,
bobagem, daqui a pouco apareceria feliz e saltitante, enchendo-a de perguntas.
Lágrimas. Não era um sonho. A dor não acabava nunca.
Abriu os olhos, dor. Não era ela que havia sofrido o acidente, mas
sentia como se fosse. O quarto era branco, por que hospitais eram brancos?
Queria cores. Stella gosta de cores.
Thur está sentado ao seu lado, chorando. Segurava sua mão. Ela não
precisava que segurassem sua mão. Afastou-se, queria ficar sozinha. Quis passar
o dia sozinha e sua filha morreu. Estava morta. Por quê?
Ela não falava e não falaria, até ter a filha de volta. Isso era uma
brincadeira, de muito mal gosto, por sinal.
Já tinham lhe tirado os pais, por que levaram a filha? Sua filhinha...
Sua vida.
Que a levassem então, não tinha motivos para ficar. Acabou.
Autora:Juuh
Aguiar

chorando litros de lagrimas posssstaaaaaaaaaaa maissssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss espetacular
ResponderExcluirQuando vai postar senhor e senhora Aguiar?
ResponderExcluirQuando vai postar senhor e senhora Aguiar?
ResponderExcluirchorando mto depois de ler
ResponderExcluirposta mais pf
ResponderExcluirass:Sophia
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluire agora o que vai acontecer a seguir???
ResponderExcluirmaaaaaaaaaaaaaaaaais por favor
ResponderExcluirQuero Mais
ResponderExcluirmuito emocionante este capitulo
ResponderExcluirNão deixa a Lua se matar, ela não pode morrer. Faz ela recomeçar a vida dela com o Arthur e ter mais um monte de filhos.
ResponderExcluirPosta ++++++++
Chorandooooooooooooooooooooooo ):
ResponderExcluirChorandooooooooooooo muito aqui posta mais pfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpf!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirpuuuutz chorei aki :‘(
ResponderExcluirchorrrrrrrrrrrrrrrando muito aqui !!!!!!!!
ResponderExcluir