Capítulo 39 ~Últimos Capítulos~
Lua Pov
Suspirei, o observando se afastar. Droga, se dessa vez não tivesse sido tão boa ou melhor quanto a outra...Ah, se ele não estivesse mexendo comigo como nenhum outro mexeu... Ah, se ele não fosse tão lindo...Acho que eu não estaria assim, tão na dele... Argh, maldito Aguiar, malditos sentimentos que estão me deixando maluquinha por ele.
Entrei em casa ainda nas nuvens, olhando ao redor. A televisão ligada e meu pai olhando acusadoramente pra mim. Minha mãe rindo que nem boba. Ok, acho que eu também estou com cara de boba.
- Filhaaaaaaa, quem é esse bonitão? - Sorri
- Um amigo meu.
- Amigo hãn? Sei... - Meu pai fez careta. - Amigo que nem aquele tal de Jordan? E o tal de Pietro lá, seu novo namoradinho?
- Pai, não é Pietro, é Pedro - Ri.
- Fala filha, quem ele é?
- O Arthur, a coisa mais fofa e linda desse mundo. - Falei sonhadoramente, mas depois fiz uma careta. Ah não, agora eles vão me zoar o resto do mês.
- Awnt, tem alguém aqui apaixonada? Mas que ele é lindo ele é hein... - Meu pai olhou feio pra ela.
- Eu não estou apaixonada. - Ou estou? - E ele é sim muito lindo, mas agora eu tenho que dormir. Tô muito cansada. - Subi as escadas.
- VOCÊS USARAM CAMISINHA, CERTO? - Minha mãe gritou
- TATIANA! - Gritou o Sr. Ricardo, a fazendo rir.
- Mãe... por favor. Assim a senhora o deixa de cabelo branco mais rápido que o esperado, e fala sério... Nem é pra tanto. - Abri a porta e joguei-me na cama, ainda com Arthur na lembrança enquanto uma fina garoa começava a cair lá fora.
Suspirei, o observando se afastar. Droga, se dessa vez não tivesse sido tão boa ou melhor quanto a outra...Ah, se ele não estivesse mexendo comigo como nenhum outro mexeu... Ah, se ele não fosse tão lindo...Acho que eu não estaria assim, tão na dele... Argh, maldito Aguiar, malditos sentimentos que estão me deixando maluquinha por ele.
Entrei em casa ainda nas nuvens, olhando ao redor. A televisão ligada e meu pai olhando acusadoramente pra mim. Minha mãe rindo que nem boba. Ok, acho que eu também estou com cara de boba.
- Filhaaaaaaa, quem é esse bonitão? - Sorri
- Um amigo meu.
- Amigo hãn? Sei... - Meu pai fez careta. - Amigo que nem aquele tal de Jordan? E o tal de Pietro lá, seu novo namoradinho?
- Pai, não é Pietro, é Pedro - Ri.
- Fala filha, quem ele é?
- O Arthur, a coisa mais fofa e linda desse mundo. - Falei sonhadoramente, mas depois fiz uma careta. Ah não, agora eles vão me zoar o resto do mês.
- Awnt, tem alguém aqui apaixonada? Mas que ele é lindo ele é hein... - Meu pai olhou feio pra ela.
- Eu não estou apaixonada. - Ou estou? - E ele é sim muito lindo, mas agora eu tenho que dormir. Tô muito cansada. - Subi as escadas.
- VOCÊS USARAM CAMISINHA, CERTO? - Minha mãe gritou
- TATIANA! - Gritou o Sr. Ricardo, a fazendo rir.
- Mãe... por favor. Assim a senhora o deixa de cabelo branco mais rápido que o esperado, e fala sério... Nem é pra tanto. - Abri a porta e joguei-me na cama, ainda com Arthur na lembrança enquanto uma fina garoa começava a cair lá fora.
Arthur Pov
Corpo dolorido, cabeça doendo, nariz congestionado...Sem contar a garganta. Parece que tem um tigre dentro de mim me arranhando. Argh, olhos queimando, que coisa. Suspeitei da chuva que peguei ontem na volta pra casa não iria dar boa coisa. Batida na porta, meu pai abriu uma brecha e me olhou.
- Arthur, hora de ir pro colégio. Sua irmã sai de lá hoje. - Sorriu.
- Pai, eu não estou bem. - Murmurei e ri de mim mesmo falando na língua do 'b'. Arg, eu não vou poder ver a Lua hoje. Droga.
- Não está bem? - Aproximou-se da cama, tocando minha testa, meu pescoço, e checou minha mão. - Você está com febre, Arthur. Se veste que eu vou te levar no médico.
- Médico? Ah não... - Gemi em protesto
- Ah sim, assim você fica bom de uma vez. Se arruma e eu te encontro lá em baixo em 10 minutos. Sem atrasos. - Bufei e ele riu.
- Tá bom, tá bom. - Depois que ele saiu, levei pelo menos uns três minutos pra criar coragem de levantar da cama. Uma vez em pé escovei os dentes e me vesti rapidinho. Ah droga, eu odeio hospital
Quando voltamos do hospital, olhei o relógio e já eram nove da manhã. Pelo menos peguei três dias de atestado, já que com tanta notícia ruim tem que ter pelo menos uma boa, né? Mesmo que eu tenha tomado injeção... Mas isso não fez meu corpo parar de doer, nem a cabeça. Argh, eu odeio estar doente. Calor, calor, calor. Agora a febre deve estar passando. Tomei um banho e fiquei apenas de samba canção, me jogando na ama. Ahh, como é bom se deitar e eliminar esse cansaço. Acabei adormecendo com a sensação boa de não ter nada pra fazer pelos próximos três dias.
Corpo dolorido, cabeça doendo, nariz congestionado...Sem contar a garganta. Parece que tem um tigre dentro de mim me arranhando. Argh, olhos queimando, que coisa. Suspeitei da chuva que peguei ontem na volta pra casa não iria dar boa coisa. Batida na porta, meu pai abriu uma brecha e me olhou.
- Arthur, hora de ir pro colégio. Sua irmã sai de lá hoje. - Sorriu.
- Pai, eu não estou bem. - Murmurei e ri de mim mesmo falando na língua do 'b'. Arg, eu não vou poder ver a Lua hoje. Droga.
- Não está bem? - Aproximou-se da cama, tocando minha testa, meu pescoço, e checou minha mão. - Você está com febre, Arthur. Se veste que eu vou te levar no médico.
- Médico? Ah não... - Gemi em protesto
- Ah sim, assim você fica bom de uma vez. Se arruma e eu te encontro lá em baixo em 10 minutos. Sem atrasos. - Bufei e ele riu.
- Tá bom, tá bom. - Depois que ele saiu, levei pelo menos uns três minutos pra criar coragem de levantar da cama. Uma vez em pé escovei os dentes e me vesti rapidinho. Ah droga, eu odeio hospital
Quando voltamos do hospital, olhei o relógio e já eram nove da manhã. Pelo menos peguei três dias de atestado, já que com tanta notícia ruim tem que ter pelo menos uma boa, né? Mesmo que eu tenha tomado injeção... Mas isso não fez meu corpo parar de doer, nem a cabeça. Argh, eu odeio estar doente. Calor, calor, calor. Agora a febre deve estar passando. Tomei um banho e fiquei apenas de samba canção, me jogando na ama. Ahh, como é bom se deitar e eliminar esse cansaço. Acabei adormecendo com a sensação boa de não ter nada pra fazer pelos próximos três dias.
Acordei
contra minha vontade com a campainha tocando. Ignorei minhas roupas - ou
melhor, a falta delas - e fui atender a porta. Meio-dia. Quem seria a
essa hora? O pessoal todinho tá no colégio... E eu dormindo um monte. Rá, tirei
onda.
Quando abri a porta e duas garotas sorridentes me recepcionaram, foi meio difícil não rir também.
- Hey Arthur. Ficamos sabendo que você estava doente e...
- ...viemos saber se você tá bem. - Jude sorriu. Caraca, uma completa a frase da outra. Que maluquice.
- Podem entrar meninas. - Bocejei, me encostando na escada.
- E aí, você precisa de alguma coisa? - Carla perguntou.
- Eu preciso de cama, isso sim. - Riram. Ops... - Dormir bastante, tô muito cansado. A chuva de ontem me fez mal. - Bocejei novamente.
- Ahhh sim, claro...E o que você estava fazendo na chuva? - Pisquei várias vezes, antes de formular alguma coisa pra responder.
- Ah... eu fui... fui ali, andar, sabe...? - Mesmo me enrolando todo, elas deixaram passar. Sorri sem graça.
- Ah sim, a gente sabe. - Bocejei de novo. Elas bocejaram junto. Oh céus. - Olha, sobe lá e vai deitar um pouco. A gente tem uma surpresa pra você. - Eu não iria deixa-las ali sozinhas, mas resolvi não discutir. Subi e me joguei na cama, me cobrindo. Fechei os olhos e fiquei ali, descansando. O que essas doidas vão aprontar?
Quando abri a porta e duas garotas sorridentes me recepcionaram, foi meio difícil não rir também.
- Hey Arthur. Ficamos sabendo que você estava doente e...
- ...viemos saber se você tá bem. - Jude sorriu. Caraca, uma completa a frase da outra. Que maluquice.
- Podem entrar meninas. - Bocejei, me encostando na escada.
- E aí, você precisa de alguma coisa? - Carla perguntou.
- Eu preciso de cama, isso sim. - Riram. Ops... - Dormir bastante, tô muito cansado. A chuva de ontem me fez mal. - Bocejei novamente.
- Ahhh sim, claro...E o que você estava fazendo na chuva? - Pisquei várias vezes, antes de formular alguma coisa pra responder.
- Ah... eu fui... fui ali, andar, sabe...? - Mesmo me enrolando todo, elas deixaram passar. Sorri sem graça.
- Ah sim, a gente sabe. - Bocejei de novo. Elas bocejaram junto. Oh céus. - Olha, sobe lá e vai deitar um pouco. A gente tem uma surpresa pra você. - Eu não iria deixa-las ali sozinhas, mas resolvi não discutir. Subi e me joguei na cama, me cobrindo. Fechei os olhos e fiquei ali, descansando. O que essas doidas vão aprontar?
Creditos:
Vanessa Aguiar

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ResponderExcluirquero mais.........
ResponderExcluir++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluirmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais
ResponderExcluiramando a web
ResponderExcluirass:Sophia
posta +++++++++
ResponderExcluirby:Carla