Capítulo 42 ~Últimos Capítulos~
- Ah claro,
você vem aqui ver um bando de pássaros sendo alimentados. - Gargalhei e ele
também, mas depois fiquei bem séria o observando. Ele está lindo desse jeito. O
cabelo todo bagunçado, meio largado meio arrumado, mas acima de tudo, me
fazendo sorrir. - Por que toda vez que sorrio você sorri também? - Perguntei
- Não sei. - Deu de ombros. - Acho que porque nunca consigo me segurar quando estou perto de você. - Arthur fixou seus olhos nos meus. - Você me deixa feliz. - Ah não... Eu preciso dizer que derreti? Não? Ok, mas mesmo assim, puta que pariu, como ele consegue ser assim tão lindo?
- Você também me faz feliz. - Suspirei. - Muito mais do que imagina. - Ele riu torto e pousou sua mão em meu rosto, fazendo um carinho de leve. Fechei os olhos e só os abri quando ele falou:
- Você é linda. - E logo em seguida seus lábios estavam nos meus, e como mágica, nada mais ao meu redor importava. Automaticamente meu corpo se arrastou, indo pra mais perto dele. Passei as mãos por seu pescoço, arranhando sua nuca levemente enquanto ele apertou minha cintura. Suspirei quando o ar nos faltou e eu separei nossas bocas, mas não sem antes puxar seu lábio inferior. Sorri bobamente o observando. Nos lábios agora vermelhos se encontrava um sorriso gigante, o mais lindo que eu já tinha visto, o único capaz de me derreter. Mais uma vez eu me senti feliz pelo fato de Arthur ser tão especial e tão fofo. Ainda não esqueci da nossa primeira noite, quando ele espalhou velas pelo quarto. Aquilo foi lindo, mesmo que depois, acidentalmente, a cortina dele tenha queimado. Comecei a rir que nem uma demente e ele me olhou divertido.
- Ficou maluca? - Levantou uma sombrancelha.
- Ainda não. - Tentei parar de rir, mas não consegui. - Só estou me lembrando da cortina queimada. Não perguntaram o que tinha acontecido?
- Não sei. - Deu de ombros. - Acho que porque nunca consigo me segurar quando estou perto de você. - Arthur fixou seus olhos nos meus. - Você me deixa feliz. - Ah não... Eu preciso dizer que derreti? Não? Ok, mas mesmo assim, puta que pariu, como ele consegue ser assim tão lindo?
- Você também me faz feliz. - Suspirei. - Muito mais do que imagina. - Ele riu torto e pousou sua mão em meu rosto, fazendo um carinho de leve. Fechei os olhos e só os abri quando ele falou:
- Você é linda. - E logo em seguida seus lábios estavam nos meus, e como mágica, nada mais ao meu redor importava. Automaticamente meu corpo se arrastou, indo pra mais perto dele. Passei as mãos por seu pescoço, arranhando sua nuca levemente enquanto ele apertou minha cintura. Suspirei quando o ar nos faltou e eu separei nossas bocas, mas não sem antes puxar seu lábio inferior. Sorri bobamente o observando. Nos lábios agora vermelhos se encontrava um sorriso gigante, o mais lindo que eu já tinha visto, o único capaz de me derreter. Mais uma vez eu me senti feliz pelo fato de Arthur ser tão especial e tão fofo. Ainda não esqueci da nossa primeira noite, quando ele espalhou velas pelo quarto. Aquilo foi lindo, mesmo que depois, acidentalmente, a cortina dele tenha queimado. Comecei a rir que nem uma demente e ele me olhou divertido.
- Ficou maluca? - Levantou uma sombrancelha.
- Ainda não. - Tentei parar de rir, mas não consegui. - Só estou me lembrando da cortina queimada. Não perguntaram o que tinha acontecido?
- Meu pai
perguntou o que aconteceu. Foi fácil enrolar ele. - Deu de ombros. - Falei que
estava treinando um feitiço novo e ele me olhou como se eu fosse um maluco. -
Ri de novo
- Você é maluco Arthur. - De repente o silêncio se instalou e eu passei a brincar com a grama que havia ali. Alguns minutos depois senti Arthur me abraçando e sorri sem que ele visse, encostando minha cabeça em seu peito.
- Você acredita em finais felizes? - Perguntou como quem não queria nada. O-ou, quando ele pergunta como quem não quer nada sempre quer alguma coisa. Franzi o cenho. - Tipo ficar com alguém do seu lado até o fim, felizes para sempre.
- Talvez sim. - Dei de ombros - Quando duas pessoas se amam verdadeiramente, por que não? - Sorri - Mas por que essa pergunta?
- Eu queria muito viver um final feliz com você. - Sorriu de canto e eu quase tive um piripaque. OMG... Arthur. Eu. Felizes para sempre. Amor. Quando ele me olhou novamente ruborizei totalmente e seu sorriso se alargou. Droga. - Se bem que... Um final feliz não, uma vida inteira. - Suspirei e me aconcheguei mais em seu peito.
Quando ele dsse isso, minha felicidade foi tanta que eu poderia chorar.
- Você é um fofo, sabia? - Vi um sorrisinho convencido se formar em seu rosto - A cada minuto que passamos juntos eu sinto que gosto mais de você e...EI! - Dei um tapa em seu ombro quando o sorrisinho se alargou - Deixa de ser convencido. - Fiz bico.
- Você é maluco Arthur. - De repente o silêncio se instalou e eu passei a brincar com a grama que havia ali. Alguns minutos depois senti Arthur me abraçando e sorri sem que ele visse, encostando minha cabeça em seu peito.
- Você acredita em finais felizes? - Perguntou como quem não queria nada. O-ou, quando ele pergunta como quem não quer nada sempre quer alguma coisa. Franzi o cenho. - Tipo ficar com alguém do seu lado até o fim, felizes para sempre.
- Talvez sim. - Dei de ombros - Quando duas pessoas se amam verdadeiramente, por que não? - Sorri - Mas por que essa pergunta?
- Eu queria muito viver um final feliz com você. - Sorriu de canto e eu quase tive um piripaque. OMG... Arthur. Eu. Felizes para sempre. Amor. Quando ele me olhou novamente ruborizei totalmente e seu sorriso se alargou. Droga. - Se bem que... Um final feliz não, uma vida inteira. - Suspirei e me aconcheguei mais em seu peito.
Quando ele dsse isso, minha felicidade foi tanta que eu poderia chorar.
- Você é um fofo, sabia? - Vi um sorrisinho convencido se formar em seu rosto - A cada minuto que passamos juntos eu sinto que gosto mais de você e...EI! - Dei um tapa em seu ombro quando o sorrisinho se alargou - Deixa de ser convencido. - Fiz bico.
- Desmancha
esse bico, vai. - Pediu. Resolvi brincar um pouco e me fingi de triste. - Tudo
bem, eu vou te alegrar um pouquinho. Vem comigo. - Levantou-se e me estendeu
sua mão, que aceitei imediatamente, curiosa. O que ele iria fazer agora?
Paramos em frente a uma árvore e eu me confundi ainda mais.
- Eu espero que você veja isso e não esqueça nunca mais. - Sorriu meio tímido, retirando um estilete do bolso. Fiquei ainda mais curiosa pra saber o que ele faria e, quando finalmente havia acabado e guardado o objeto cortante no bolso, permiti-me encher os olhos d'àgua. Havia um coração - não muito redondo, mas ainda sim um coração - com nossos nomes dentro. 'Lua e Arthur'. Nessa hora percebi que nossos nomes combinavam. Deixei umas lágrimas caírem enquanto escondia um sorriso bobo dele.
- Ei, por que está chorando? - Perguntou, secando minhas lágrimas com seu polegar e acariciando minha bochecha. - Fiz isso na intenção de te deixar feliz, não de te fazer chorar. Se não gostou é só dizer e... - O interrompi
- Por que fez isso?
- P-porque eu... eu... - Gaguejou e depois sorriu carinhosamente pra mim, o sorriso que eu adoro. - Porque eu queria te provar que te amo de verdade. Eu sei que você duvida. Quando eu falo, pode ter certeza de que não é da boca pra fora.
- Art-thur.. eu... - Funguei, deixando-me levar por seus braços que rodearam minha cintura. O abracei pelo pescoço, afundando minha cabeça em seu peito enquanto ele acariciava meus cabelos. Ninguém nunca havia feito isso por mim. Eu me senti muito especial, senti que valia alguma coisa estando nos braços de Arthur.
Meu coração disparou quando ele me beijou, e mais uma vez, como mágica, eu me senti feliz por saber que ele me ama de verdade assim como eu o amo. Eu não iria deixa-lo escapar. Não mesmo.
Paramos em frente a uma árvore e eu me confundi ainda mais.
- Eu espero que você veja isso e não esqueça nunca mais. - Sorriu meio tímido, retirando um estilete do bolso. Fiquei ainda mais curiosa pra saber o que ele faria e, quando finalmente havia acabado e guardado o objeto cortante no bolso, permiti-me encher os olhos d'àgua. Havia um coração - não muito redondo, mas ainda sim um coração - com nossos nomes dentro. 'Lua e Arthur'. Nessa hora percebi que nossos nomes combinavam. Deixei umas lágrimas caírem enquanto escondia um sorriso bobo dele.
- Ei, por que está chorando? - Perguntou, secando minhas lágrimas com seu polegar e acariciando minha bochecha. - Fiz isso na intenção de te deixar feliz, não de te fazer chorar. Se não gostou é só dizer e... - O interrompi
- Por que fez isso?
- P-porque eu... eu... - Gaguejou e depois sorriu carinhosamente pra mim, o sorriso que eu adoro. - Porque eu queria te provar que te amo de verdade. Eu sei que você duvida. Quando eu falo, pode ter certeza de que não é da boca pra fora.
- Art-thur.. eu... - Funguei, deixando-me levar por seus braços que rodearam minha cintura. O abracei pelo pescoço, afundando minha cabeça em seu peito enquanto ele acariciava meus cabelos. Ninguém nunca havia feito isso por mim. Eu me senti muito especial, senti que valia alguma coisa estando nos braços de Arthur.
Meu coração disparou quando ele me beijou, e mais uma vez, como mágica, eu me senti feliz por saber que ele me ama de verdade assim como eu o amo. Eu não iria deixa-lo escapar. Não mesmo.
Creditos:
Vanessa Aguiar

k lindooooooooooo uma pena k~ñ existe muitas pessoas assim :-(
ResponderExcluirPosta ++++++++
Juh
POsta ++ q eu amo essa web, pena q ta no fim....
ResponderExcluirENTREM NO MEU BLOG E ME FALEM O Q ACHAM, É DE NOTICIAS E WEBS!!!http://allmyworldisrbr.blogspot.com.br/
que fofo *.*
ResponderExcluirby:Carla
adorei
ResponderExcluir