sєm αr – Capitulo Único Adaptada!
Autora:moonstar - Drama.
Sinopse:
tell me how supposed to breathe with no air
tell me how supposed to breathe with no air
----------------------------------------------------------
Arthur sorriu ao pegar uma pequena roupinha de beber e acrescenta na pequena
mala, olhou para ver se tinha tudo, conferiu cada item de que se lembrava, e
então fechou a mala, colocando-a em cima de uma pequena peça, estava no closet,
era pequeno, mas tinha espaço para que as roupas femininas e masculinas não se
embolassem uma nas outras, seu sorriso morreu nos lábios quando ouviu gemidos
torturados vindos do quarto. Correu para Lá e viu Lua se contorcer, suada, se
aproximou da cama, acariciando a barriga de nove meses, era sempre assim pensou
triste, deitou-se junto a ela, aconchego-a em seu peito, ela não tinha tomado o
remédio, pensou transtornado. Acariciou a barriga de Lua, era difícil de
acreditar que tinham chegado aos noves meses, dez meses atrás, tinha descoberto
que Lua tinha tuberculose pulmonar pós-primária, foi um choque para toda a
familia, o tratamento corria bem, até que um mês depois que começaram, Lua
descobriu que estava grávida, e então parou de tomar todos os remédios, com
medo que afetasse o bebê, e por mais que ele e a família tivessem feito de tudo
para que ela voltasse a tomar os remédios, nada conseguiram.
Então a doença só foi se agravando durantes os meses, por ser pulmonar,
não afeta tanto o bebê, mas Lua sentia-se mal, tossia sangue, e começou a se
recusar a comer apartir do quinto mês de gestação, falando com o medico, ele
disse ser normal, falta de apetite era normal em pessoas tuberculosas, ela
vivia com febre e do sexto mês pra cá, andava tão fraca que nem saía da cama,
só uma vez por dia com ajuda de uma cadeira de rodas, estava sempre perdendo peso,
e Arthur tinha que lhe implorar para que comesse, a gravidez foi considerada de
risco, e Lua teve os cuidados, que já eram muitos, triplicados. Agora ela
poderia dar a luz a qualquer momento, e o risco era enorme, afinal, ela estava
muito fraca, era de se admirar a gravidez ter chegado tão longe com o bebê bem,
não sabiam se era menino ou menina, queriam uma surpresa, mas mesmo sem saber, Arthur
tinha certeza, esse bebê era tão forte quanto a mãe, ele dormiu com esse
pensamento. Acordou com uma batida no braço seguida de alguns gemidos de dor.
Lua- Thur, pelo amor de Deus acorda.
Sonolento, ele olhou para Lua.
Arthur- o que?
Lua- a bolsa estourou Thur, vai nascer.
Ele se levantou em um pulo, e meia hora depois, ambos estavam saindo de casa, com cuidado, ele carregou Lua, a tirando da cadeira de roda e colocando no banco traseiro do carro.
Arthur- tudo bem? Pode ir sozinha aqui?
Lua assentiu, fazendo uma respiração que tinha aprendido com a prima, Sophia, que já tinha tido duas lindas filhas com seu marido Micael. Arthur deu a volta no carro, colocando a mala do outro lado, e entrando no lugar do motorista, em dez minutos eles chegaram no hospital, que graças a Deus, ficava perto do predio onde moravam. Lua foi coloca em uma maca e rapidamente levada ao centro cirugico.
Dr. Carlos- Arthur, você sabe que ela corre muitos riscos não é?
Carlos era padrinho de Arthur e médico da família, por isso se referia a ele com informalidade.
Arthur- você não precisa me lembrar disso, eu posso entrar com ela?
Dr. Carlos- sim, mas deixe que preparemos a sala antes, depois quando ela já estiver lá, você entra.
Arthur- obrigado.
Sonolento, ele olhou para Lua.
Arthur- o que?
Lua- a bolsa estourou Thur, vai nascer.
Ele se levantou em um pulo, e meia hora depois, ambos estavam saindo de casa, com cuidado, ele carregou Lua, a tirando da cadeira de roda e colocando no banco traseiro do carro.
Arthur- tudo bem? Pode ir sozinha aqui?
Lua assentiu, fazendo uma respiração que tinha aprendido com a prima, Sophia, que já tinha tido duas lindas filhas com seu marido Micael. Arthur deu a volta no carro, colocando a mala do outro lado, e entrando no lugar do motorista, em dez minutos eles chegaram no hospital, que graças a Deus, ficava perto do predio onde moravam. Lua foi coloca em uma maca e rapidamente levada ao centro cirugico.
Dr. Carlos- Arthur, você sabe que ela corre muitos riscos não é?
Carlos era padrinho de Arthur e médico da família, por isso se referia a ele com informalidade.
Arthur- você não precisa me lembrar disso, eu posso entrar com ela?
Dr. Carlos- sim, mas deixe que preparemos a sala antes, depois quando ela já estiver lá, você entra.
Arthur- obrigado.
Carlos saiu. Sophia, Micael, Mel e Chay, entraram na sala e logo
avistaram Arthur, Sophia trazia nos braços uma linda menina de cabelos loiros
adormecida, aparentemente tinha 3 anos, enquanto Micael segurava pela mão outra
linda menina, morena com lindos olhos azuis, iguais ao da mãe, aparentava 5
anos.
Sophia- nunca deixaríamos de estar aqui em um momento como esse.
Mel- como ela esta?
Arthur- da ultima vez que falei com ela, estava nervosa e sentia muita dor.
Mel- a dor é normal, acredite.
Mel tinha um filho pequeno, de 4 anos.
Arthur- e cadê Bruno?
Chay- na casa da minha mãe.
Mica- vinhemos assim que você ligou, estavamos no cinema, será que vai sair tudo bem?
Sophia pisou no pé de Micael.
Sophia- cale a boca.
A menina puxou a mão do pai.
Mica- que foi amor?
Amanda- cadê a tia Lu?
Micael- ela esta ocupada, vamos comer, vem.
Ele carregou a menina para longe dali. Passados alguns minutos, Dr. Carlos voltou a sala.
Dr. Carlos- pode vim Arthur.
Ele se levantou e foi com o médico, colocou a roupa apropriada e entrou na sala de parto, com o coração na mão.
Sophia- nunca deixaríamos de estar aqui em um momento como esse.
Mel- como ela esta?
Arthur- da ultima vez que falei com ela, estava nervosa e sentia muita dor.
Mel- a dor é normal, acredite.
Mel tinha um filho pequeno, de 4 anos.
Arthur- e cadê Bruno?
Chay- na casa da minha mãe.
Mica- vinhemos assim que você ligou, estavamos no cinema, será que vai sair tudo bem?
Sophia pisou no pé de Micael.
Sophia- cale a boca.
A menina puxou a mão do pai.
Mica- que foi amor?
Amanda- cadê a tia Lu?
Micael- ela esta ocupada, vamos comer, vem.
Ele carregou a menina para longe dali. Passados alguns minutos, Dr. Carlos voltou a sala.
Dr. Carlos- pode vim Arthur.
Ele se levantou e foi com o médico, colocou a roupa apropriada e entrou na sala de parto, com o coração na mão.
[ Musica da cena: No Air - Jordin Sparks feat Chris
Brown. ]
Tell me how I`m supposed to breathe with no air
Arthur abriu a porta da sala, entrou e foi logo para o lado de Lua, a que apesar da anestesia, continuava acordada.
Lua olhou Arthur, suada, estendeu a mão para ele, ele segurou e lhe deu um suave beijo na testa.
Arthur- eu estou aqui com você, vai ficar tudo bem.
Lua- se você tiver que escolher, entre nosso filho e eu, prometa-me que vai escolher ele.
Os médicos começaram a cesárea.
Arthur- eu não vou precisar escolher, vai da tudo certo meu amor.
Ele estava sendo otimista, muito otimista e sabia disso.
Lua respirava fundo, não sentindo nada da barriga para baixo, mas estava tonta, olhava para Arthur, que segurava sua mão com força, o amava mais que tudo, seria horrível deixa-lo.
Enquanto a cesárea prosseguia, Lua começou a passar mal, estava muito fraca, por isso, era difícil passar por uma cesariana, seu corpo não estava aguentando, apesar da anestesia, que já estava começando a passar.
Arthur viu Lua começar a ficar fora de si.
Dr.Carlos- não deixe ela desmaiar Arthur, estamos tirando o bebê já.
Arthur se virou para Lua desesperado.
Arthur- Lua meu amor, olha para mim, não dormi, não, fica me olhando, aperta minha mão, isso.
Ela usou todas as forças para aperta a mão dele, forçando-se a ficar de olhos abertos, logo ouviu um choro de bebê.
Dr. Carlo- é um menino, lindo menino.
Arthur sorriu, emocionado, se virou para Lua.
Arthur- viu meu amor, é um menino lindo.
Tell me how I`m supposed to breathe with no air
Arthur abriu a porta da sala, entrou e foi logo para o lado de Lua, a que apesar da anestesia, continuava acordada.
Lua olhou Arthur, suada, estendeu a mão para ele, ele segurou e lhe deu um suave beijo na testa.
Arthur- eu estou aqui com você, vai ficar tudo bem.
Lua- se você tiver que escolher, entre nosso filho e eu, prometa-me que vai escolher ele.
Os médicos começaram a cesárea.
Arthur- eu não vou precisar escolher, vai da tudo certo meu amor.
Ele estava sendo otimista, muito otimista e sabia disso.
Lua respirava fundo, não sentindo nada da barriga para baixo, mas estava tonta, olhava para Arthur, que segurava sua mão com força, o amava mais que tudo, seria horrível deixa-lo.
Enquanto a cesárea prosseguia, Lua começou a passar mal, estava muito fraca, por isso, era difícil passar por uma cesariana, seu corpo não estava aguentando, apesar da anestesia, que já estava começando a passar.
Arthur viu Lua começar a ficar fora de si.
Dr.Carlos- não deixe ela desmaiar Arthur, estamos tirando o bebê já.
Arthur se virou para Lua desesperado.
Arthur- Lua meu amor, olha para mim, não dormi, não, fica me olhando, aperta minha mão, isso.
Ela usou todas as forças para aperta a mão dele, forçando-se a ficar de olhos abertos, logo ouviu um choro de bebê.
Dr. Carlo- é um menino, lindo menino.
Arthur sorriu, emocionado, se virou para Lua.
Arthur- viu meu amor, é um menino lindo.
Lua fitou Arthur, e desmaiou. Uma maquina emitiu um som agudo.
Enfermeira- Dr. Uma infecção, a paciente esta muito fraca.
Dr. Carlos- vamos Lua.
Uma enfermeira chegou perto de Arthur.
Enfermeira- é melhor o senhor sair.
Arthur- eu não vou deixar ela sozinha.
Enfermeira- o seu filho esta bem, vamos limpá-lo e levá-lo para o berçário, você não quer vê-lo?
Arthur- vou ter a vida toda pra ver o meu filho, agora quero ficar com a minha mulher.
Dr. Carlos- saía Arthur, é melhor.
Nervoso, Arthur saiu do quarto e foi direto para o berçário. Viu a enfermeira que estava dentro da sala, entrar com o seu filhos os braços, dar banho, e depois se virar para ele, fazendo sinal para que entrasse. Ele obedeceu, ela apontou para uma roupa na porta, ele vestiu e foi de encontro a ela.
Enfermeira- olha só o papai.
Ela passou o menino cuidadosamente para os braços de Arthur, que sorriu ao carregar o filho pela primeira vez nos braços, estava emocionado. Ficou ali uns cinco minutos, deu mamadeira ao filho e depois saiu do berçário, indo direto para a sala onde encontrou os amigos.
Sophia- e então Arthur?
Arthur- um menino, lindo e perfeito.
Chay- parabéns papai.
Eles foi abraçado por todos.
Mel- e a Lua?
Arthur- ela não reagiu bem a cesárea, ela ainda esta na sala.
Ele suspirou, cansado. Uma hora se passou e então Dr. Carlos entrou novamente na sala, com uma expressão seria, que não deixava revelar nada.
Arthur- e então?
Enfermeira- Dr. Uma infecção, a paciente esta muito fraca.
Dr. Carlos- vamos Lua.
Uma enfermeira chegou perto de Arthur.
Enfermeira- é melhor o senhor sair.
Arthur- eu não vou deixar ela sozinha.
Enfermeira- o seu filho esta bem, vamos limpá-lo e levá-lo para o berçário, você não quer vê-lo?
Arthur- vou ter a vida toda pra ver o meu filho, agora quero ficar com a minha mulher.
Dr. Carlos- saía Arthur, é melhor.
Nervoso, Arthur saiu do quarto e foi direto para o berçário. Viu a enfermeira que estava dentro da sala, entrar com o seu filhos os braços, dar banho, e depois se virar para ele, fazendo sinal para que entrasse. Ele obedeceu, ela apontou para uma roupa na porta, ele vestiu e foi de encontro a ela.
Enfermeira- olha só o papai.
Ela passou o menino cuidadosamente para os braços de Arthur, que sorriu ao carregar o filho pela primeira vez nos braços, estava emocionado. Ficou ali uns cinco minutos, deu mamadeira ao filho e depois saiu do berçário, indo direto para a sala onde encontrou os amigos.
Sophia- e então Arthur?
Arthur- um menino, lindo e perfeito.
Chay- parabéns papai.
Eles foi abraçado por todos.
Mel- e a Lua?
Arthur- ela não reagiu bem a cesárea, ela ainda esta na sala.
Ele suspirou, cansado. Uma hora se passou e então Dr. Carlos entrou novamente na sala, com uma expressão seria, que não deixava revelar nada.
Arthur- e então?
Dr. Carlos- nós fizemos de tudo,
mas ela estava muito fraca por causa da doença, não havia o que fazer, a Lua
faleceu Arthur.
(...)
Arthur colocou com cuidado, as rosas brancas ao lado do tumulo, onde dizia “Lua Maria Blanco Aguiar, A mulher mais forte e a mãe mais amada”, sentiu-se perto das lagrimas, cinco anos depois e ainda não se acostumara a viver sem ela, uma lagrima rolou por seu rosto.
- Tudo bem papai?
Arthur olhou para seu filho, Victor, tinha cinco anos de idade e era tão lindo quanto a mãe. Os médicos consideravam um milagre ele ter nascido perfeito, por causa das condições da gravidez da Lua, ele podiam esperar muita coisa dele, talvez se a Lua tivesse tomado os remédios durante a gravidez, ele nem teria Victor, agradeceu mentalmente a Lua.
Arthur- sim, só me emocionei um pouco, fale tchau para a mamãe, sua tia esta nos esperando.
Victor virou para o tumulo e olhou para a foto da mãe.
Victor- tchau mamãe, depois de amanha a gente volta para troca as flores, eu te amo.
Arthur segurou a mão de Victor, e foram direto para o carro. Victor tinha salvado Arthur depois da morte de Lua, e agora seu mundo girava em torno dele, ele era o seu ar, que Lua tirara ao morrer.
Fιm ♥
Mesmo que às vezes você se sinta
sem ar
Não importa o que aconteça
Alguém sempre vai parecer para te salvar. ♥
Não importa o que aconteça
Alguém sempre vai parecer para te salvar. ♥
Eu Chorei Adaptando essa Web.
Ela merece Muitos Comentários não acham ?

Meu deus, que linda, chorei muito!!!
ResponderExcluirNossa chorei muito!!!!!!E muito bonita mesmo
ResponderExcluirlindoo, muito emocionante.
ResponderExcluirQue linda essa web, chorei.....
ResponderExcluirAi chorei... to com um nó na garganta !!
ResponderExcluirMuito linda :'( choreeei muitooo
ResponderExcluirPerfeitaa!! Linda demais..
ResponderExcluirMuito tocante a web .
ResponderExcluirMuuito linda essa web me emocionei :/
ResponderExcluirby: Dhalita
chorando emocionada lendo a web
ResponderExcluirmuito emocionante não contive uma lagrima
ResponderExcluirCara eu n paro de chorar!! Amei a web
ResponderExcluirChorando muitoooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirameiiiiiiiiiiiiiiiiii essa webbbb