2 de jul. de 2012

Greve De Sexo

05.
— Então estava pensando em testar com você para ver se aprendi direito...
  ­ — Pode abusar de mim amor. Sou todo seu. — ele murmurou. Lua pendeu a cabeça para trás em uma gargalhada rouca.

  ­ Abriu a camisa de Arthur afastando-a completamente até poder ver toda a extensão de seu peitoral másculo. Pegou um dos morangos e o molhou no chocolate. Ao trazê-lo para perto de si uma gota de chocolate caiu sobre o corpo de Arthur. Estava quente. A sensação era boa, mas não tão boa quanto a língua de Lua deslizando e degustando a pequena gota sob sua pele.
  ­ Ela levou o morango molhado de chocolate até a boca mordiscando a ponta. A imaginação de Arthur ia á mil enquanto sentia seu amigo cada vez mais animado. Lua mordeu o lábio ao senti-lo embaixo de si e sorriu deliciada com seu poder sobre o marido naqueles momentos.
  ­ As pequenas mãos deslizaram dos ombros até o peitoral de Arthur onde iniciou a massagem. As mãos de Lua eram macias e quentes. Por onde passavam queimavam. Desciam, desciam, desciam... Até chegarem ao ponto fulminante onde  Arthur praticamente pegava fogo naquele momento.
  ­ Lua abaixou o rosto até chegar em sua orelha onde mordiscou o lóbulo para depois sussurrar:

  ­ — Boa noite. — e virou-se de lado caindo sob a cama e afundando a cabeça no travesseiro.
  ­ Arthur completamente atordoado e excitado apoiou-se nos cotovelos sem entender.
  ­ — O que?!
  ­ — Thur... Estou com sono. — ela sussurrou enquanto abafava o riso com o rosto contra o pano do travesseiro.
  ­ — Mas Lu! Eu estou... Em uma situação que... Lua!
  ­ — Ah amor, tome um banho gelado, use as mãos,Ou, a sei La. Mas me deixe dormir.

  ­ Já que ele não era capaz de realizar os desejos dela, ela também não realizaria os dele.

Baby, can't you see how you're affecting me?


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